QUEDA HISTÓRICA DE ROUBOS CONQUISTADA COM A ORDEM EM SÃO PAULO ENQUANTO BUROCRATAS TENTAM TRAVAR A CAPITAL
O balanço criminal do primeiro quadrimestre divulgou dados excelentes na segurança do nosso estado: os roubos em geral despencaram 18% em comparação ao ano passado, registrando a menor marca da série histórica desde 2001, impulsionados pela redução drástica de 34,7% nos roubos de veículos. No entanto, a força do progresso e da iniciativa privada segue ameaçada pelo ativismo de burocratas da esquerda, que usaram uma canetada liminar para impedir as obras de revitalização da Avenida São João, o projeto do Boulevard que promete ser a nossa "Times Square", jogando contra o desenvolvimento urbano legítimo da capital.
Este texto é do site Rádio Conexão 011, publicado em 1 de junho de 2026 e assinado por Walter Hollanda.
O balanço do primeiro quadrimestre do ano comprovou o que o cidadão de bem já sabe: a ordem e o braço forte da polícia trazem resultados práticos, fazendo com que os roubos em geral despenquem 18% no Estado de São Paulo, alcançando o menor número histórico desde o início do monitoramento em 2001. Essa vitória da segurança e do patrimônio privado fica ainda mais evidente na queda impressionante de 34,7% nos roubos de veículos nas nossas cidades]. Enquanto a polícia trabalha e o trabalhador paulista respira mais aliviado, o verdadeiro perigo agora se esconde no avanço alarmante do feminicídio, que teve uma alta injustificável de 41% no primeiro trimestre, somando 86 vítimas e revelando que a falência de garantias morais e o descumprimento de mais de 3 mil medidas protetivas custam caro à base da família tradicional.
Por outro lado, o establishment burocrático e ideológico não descansa no seu esforço contínuo de travar o livre mercado e a prosperidade em São Paulo. O prefeito Ricardo Nunes criticou fortemente uma "canetada contra o progresso" desferida pela juíza Celina Kiyomi Toyoshima, que concedeu uma decisão liminar para barrar e suspender de imediato todas as obras do Boulevard São João. Esse projeto revolucionário vinha sendo aclamado como a futura "Times Square de São Paulo", planejado para trazer comércio forte e revitalização a céu aberto para o coração do centro histórico paulistano. A decisão judicial de viés esquerdista usou a velha narrativa de "potenciais danos à população" para paralisar as máquinas, ignorando por completo os volumosos investimentos de capital privado que já foram aportados por empresas parceiras do município. A gestão municipal agiu rápido e já mobilizou o corpo jurídico para recorrer dessa interferência descabida nos tribunais, buscando a retomada imediata do cronograma de obras, pois o povo paulista não aceitará o centro da capital abandonado à degradação por pura militância judicial.
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